O Dia Mundial do Autismo, anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas, em 18 de Dezembro de 2007, para a conscientização acerca dessa questão. No Brasil, monumentos serão iluminados de azul na data, como o Cristo Redentor (no Rio de Janeiro), a Ponte Estaiada, o Viaduto do Chá, o Monumento à Bandeira, a Fiesp e a Assembleia Legislativa (em São Paulo), a torre da Unisa do Gasômetro (em Porto Alegre), além de outros eventos, que podem ser conferidos em: http://www.revistaautismo.com.br/DiaMundial. No mundo estarão iluminados também vários cartões-postais, como oEmpire State Building (nos Estados Unidos), a CN Tower (no Canadá) entre outros — é o movimento mundial chamado "Light It Up Blue", iniciado pelos estadunidenses. O azul foi definido como a cor símbolo do autismo, porque a síndrome é mais comum nos meninos — na proporção de quatro meninos para cada menina. A ideia é iluminar pontos importantes do planeta na cor azul para chamar a atenção da sociedade sobre autismo e levantar a discussão a respeito dessa complexa síndrome.
Material publicado no Portal Educacional do Paraná.
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1365&tit=2-de-Abril-Dia-Mundial-de-Conscientizacao-do-Autismo
sábado, 31 de março de 2012
21 de março Dia Mundial da Síndrome de Down
O que é Síndrome de Down?
A síndrome de Down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida como trissomia 21.
A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica. Existem outras formas de SD como, por exemplo: mosaico, quando a trissomia está presente somente em algumas células, e por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.
O diagnóstico da SD se realiza mediante o estudo cromossômico (cariótipo), através do qual se detecta a presença de um cromossomo 21 a mais. Este tipo de análise foi utilizado pela primeira vez em 1958 por Jerome Lejeune.
Não se conhece com precisão os mecanismos da disfunção que causa a SD, mas está demonstrado cientificamente que acontece igualmente em qualquer raça, sem nenhuma relação com o nível cultural, social, ambiental, econômico, etc. Há uma maior probabilidade da presença de SD em relação à idade materna, e isto é mais freqüente a partir dos 35 anos, quando os riscos de se gestar um bebê com SD aumenta de forma progressiva.Paradoxalmente, o nascimento de crianças com SD é mais freqüente entre mulheres com menos de 35 anos, isto se deve ao fato de que mulheres mais jovens geram mais filhos e também pela influência do diagnóstico pré natal,que é oferecido sistematicamente às mulheres com mais de 35 anos.
Como a SD é uma alteração cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré natal utilizando diversos exames clínicos como, por exemplo, a amniocentese (pulsãotransabdominal do liquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação) ou a biópsia do vilo corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a SD e outrascromossopatias.
Recentemente a prática médica tem incorporado métodos para a determinação do risco de ter um filho com SD, como por exemplo, o exame bioquímico, que se realiza mediante a avaliação dos níveis de substâncias químicas no sangue materno alteradas no caso da SD. Este exame se realiza entre a semana 14 e 17. A ultrassonografia também pode colaborar para detectar a SD, através dos marcadores ecográficos, principalmente da prega nucal, que pode ser medida a partir da décima semana de gestação. Estas últimas intervenções não são consideradas diagnósticas, para isso é necessário realizar os exames mencionados em primeiro lugar.
Embora as alterações cromossômicas da SD sejam comuns a todas as pessoas, nem todas apresentam as mesmas características, nem os mesmos traços físicos, tampouco as malformações. A única característica comum a todas as pessoas é o déficit intelectual. Não existem graus de SD; a variação das características e personalidades entre uma pessoa e outra é a mesma que existe entre as pessoas que não tem SD.
Cerca de 50% das crianças com SD apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.
A intervenção médica pode acontecer com a finalidade principal de prevenção dos problemas de saúde que podem aparecer com maior freqüência na SD. Queremos destacar que a SD não é uma doença e sim uma alteração genética, que pode gerar problemas médicos associados.
Devemos olhar a pessoas com SD em sua singularidade, para que possa ter um pleno desenvolvimento enquanto sujeito.
Saiba mais. Acesse o link abaixo.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Divergente ou Convergente? Como é sua sua mente?
O que você vê primeiro nessas figuras?
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Convergente: se você viu os detalhes das figuras primeiro.
Divergente: se você viu o todo das figuras antes.
Somos educados para ler códigos. Isso nos permite
identificar letras que são parecidas no meio das palavras, e lê-las de maneira
correta.
3M UM D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314.3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40;
G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N7 34QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R.
O que você sabe fazer melhor? Você é bom em tudo?
O que prefere música ou matemática? estas perguntas provavelmente você ja ouviu aí na escola não é?
Pode acreditar, se conseguirmos estimular todas as áreas do
cérebro podemos ajudar a fabricar mais neurônios e ativar mais a mente? Esta é nossa proposta de trabahlo na sala de recursos.
Este tema antes discutido por pesquisadores e especialista no comportamento humano despertou o interesse de muitas pessoas em uma reportagem da Ana Maria Braga ao abordar o assunto no Mais Você do dia 23 de agosto de 2011. Na casa, a apresentadora recebeu a psicóloga Carla Correa, que esclareceu dúvidas sobre o tema.
Este tema antes discutido por pesquisadores e especialista no comportamento humano despertou o interesse de muitas pessoas em uma reportagem da Ana Maria Braga ao abordar o assunto no Mais Você do dia 23 de agosto de 2011. Na casa, a apresentadora recebeu a psicóloga Carla Correa, que esclareceu dúvidas sobre o tema.
Quem tem o lado esquerdo dominante é do tipo convergente.
São aqueles que têm um maior senso de organização e preferem trabalhar em
ambientes arrumados. Outra característica é que os convergentes não conseguem
fazer duas coisas ao mesmo tempo. Se a pessoa é pontual e não tolera atrasos,
tem o lado esquerdo a todo vapor. Os esquerdos também têm rotinas previsíveis e
imutáveis. Quando você fala de alguém, convergente lembra do nome.
Já aqueles que têm a dominância do lado direito, os
divergentes, têm a parte intuitiva e criativa bem aguçadas, São desorganizados,
imprevisíveis, transgressores de regras. Jamais anotam compromissos na agenda.
Quando você fala de alguém, o divergente lembra do rosto.
Segundo a psicóloga Carla “Todo mundo nasce com as duas partes
funcionando de maneira idêntica, o que acontece, é que com o passar do tempo,
por estímulo, por preferência, ou por educação, você acaba estimulando mais uma
parte ou outra”.
Viram como estudamos temas que agradam a muitas pessoas mesmo que não sejam alunos ou educadores.
Mas voltando ao assunto escola.
Viram como estudamos temas que agradam a muitas pessoas mesmo que não sejam alunos ou educadores.
Mas voltando ao assunto escola.
Por que temos dificuldades para entender e trabalhar com a
nova geração?
Ela também contou que a nova geração é muito mais
divergente. “São pessoas que se detém muito menos aos detalhes. Tem uma
pesquisa aonde um autor americano diz que, hoje, nas Universidades, os
estudantes não conseguem ler um livro só por determinado tempo”, destacou
Carla. “Por que hoje é tão difícil para os professores manterem a atenção dos
alunos? Por que eles estão conectados. Eles nasceram conectados”, explicou.
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segunda-feira, 19 de março de 2012
Sejam Bem-Vindos!
Conheça um pouco do atendimento aos alunos com Altas Habilidades/Superdotação no Colégio Estadual João Paulo II, que vem sendo realizado desde 2012.
Com o objetivo de atender a inclusão de todos os alunos, nosso Colégio oferta o atendimento especializado em contra turno nas salas de recursos multifuncionais, bem como a SR AH/SD para aos alunos com desempenho e habilidades acima da média, com o objetivo de melhorar ainda mais a qualidade da educação.
Dentro da proposta de trabalho, buscamos oportunizar o modelo de enriquecimento curricular de Rensuli, que possibilita ao aluno três tipos de adaptações, bem como, orientação do MEC, nos cadernos do programa Escola Viva.
¹ Renzulli (2004) sugere, em seu modelo de ensino, a utilização das “portas giratórias”, que consiste
nas diversas portas de entrada que o aluno usufrui para frequentar o programa de atendimento às
suas necessidades educacionais. Sua entrada no programa pode ocorrer por meio da indicação da
escola, da família, amigos ou até mesmo sua auto-indicação. A partir das portas giratórias, os alunos
superdotados vão formando o que Renzulli definiu como “pool de talentos”, que consiste em uma
faixa de 15% a 20% da população de alunos que poderão ficar ou não no programa. O que irá
estabelecer sua presença no programa é a qualidade de suas produções e o interesse na realização
de suas atividades e projetos científicos. O programa de atendimento ao sujeito superdotado vem
adaptando essas práticas, expandindo as possibilidades em que a qualidade e o interesse na
realização de projetos de pesquisa ou produções se tornarão os elementos determinantes no
processo de avaliação de cada sujeito superdotado envolvido nesse programa (RENZULLI, 2004).
Modelo de Enriquecimento Escolar
Modelo de Enriquecimento Escolar (Renzulli & Reis, 1997ª; 2000) é provavelmente o mais amplo e extensivo modelo apresentado na literatura atual, abarcando a identificação, a administração, o treinamento de pessoal e os serviços oferecidos ao aluno. Para estimular os alunos a desenvolverem habilidades que os permitam ser produtores de conhecimento, mais do que simplesmente consumidores, três tipos de enriquecimento foram planejados para os contextos tanto do ensino regular quanto do especializado, denominados Tipo I, II e III. É decisão da escola optar ou não pela sua implementação no ensino regular.
com altas habilidades por meio da aplicação de certas atividades para todos os alunos, e não só para aqueles identificados como superdotados; (c) Possibilita-se a maior integração entre o programa regular e o programa de enriquecimento, com a participação de toda a Equipe de Enriquecimento; e como resultado, a escola se torna potencialmente um lugar inclusivo e mais estimulante e para todos.
O
Enriquecimento Escolar do Tipo II que também pode ser aplicado nos contextos de sala
de aula regular e de recursos, consiste de técnicas, materiais instrucionais e
métodos designados a três grandes áreas, têm como objetivo: (1) desenvolver nos
alunos as habilidades gerais de pensamento crítico, resolução de problemas e pensamento
criativo; (2) desenvolver os processos afetivos, sociais e morais, tais como
sentir, apreciar, valorizar,
respeitar; (3) desenvolver uma grande variedade de aprendizagens específicas de
“como fazer”, tais como tomar notas, entrevistar, classificar e analisar dados,
tirar conclusões etc., necessárias ao processo científico; (4) desenvolver
habilidades avançadas
para a aprendizagem de materiais de referência, tais como resumos, catálogos, registros, guias, programas de
computador, Internet, etc.; e (5)
desenvolver habilidades de comunicação escrita, oral e visual, a fim de que a
produção do aluno tenha maior impacto sobre determinadas audiências. O
estudante é encorajado a, primeiro, dominar as ferramentas de que vai precisar
para desenvolver atividades de Enriquecimento do Tipo III, dependendo do tipo
de projeto do seu interesse;
e segundo, a utilizar seus conhecimentos para desenvolver com aproveitamento e produtividade as atividades
de seu real interesse. Assim, o estudante que se interessou por plantas, após
uma atividade de Tipo I, pode se engajar em leituras mais
avançadas ou aprofundadas sobre Botânica; compilar, planejar e executar atividades
como um cientista desta área; e aprender mais sobre os métodos de pesquisa
característicos deste campo do conhecimento. Este processo é resultante dos interesses
específicos do aluno com o tópico a ser pesquisado e, portanto, deve ser
ensinado em conexão
com a atividade de Tipo III escolhida.
As
atividades de Enriquecimento do Tipo III são planejadas para o aluno que demonstra
um grande interesse em estudar com maior profundidade uma área do conhecimento;
que esteja pronto para dedicar grande parte do seu tempo para a aquisição de um
conteúdo mais avançado; e que queira participar de um processo de treinamento mais
complexo, no qual assume o papel de aprendiz em primeira-mão. Entre as metas das
atividades de Enriquecimento de Tipo III, destacam-se a oportunidade para que o
aluno possa: (a) aplicar seus interesses, conhecimentos, idéias
criativas e motivação em um problema ou área de estudo de sua escolha; (b)
adquirir um conhecimento avançado a respeito do conteúdo e metodologia próprios
a uma disciplina, área de expressão artística ou estudos interdisciplinares em
particular; (c) desenvolver produtos autênticos, com o objetivo de produzir
determinado impacto em uma
audiência pré-selecionada; (d) desenvolver habilidades de planejamento,
organização, utilização de recursos, gerenciamento de tempo, tomada de decisões
e auto-avaliação; e (e) desenvolver motivação/ envolvimento com a tarefa, autoconfiança
e sentimentos de realização criativa, e habilidade de interagir efetivamente
com outros alunos,
professores e pessoas com níveis avançados de interesse e conhecimento em uma
área comum de envolvimento.
É
importante ressaltar que a ênfase dada às experiências de tipo III muda da aprendizagem
sobre determinado tópico para a aprendizagem do como se obtém, categoriza,
analisa e avalia a informação em determinados campos; e envolve o uso de
métodos autênticos de pesquisa em um determinado campo de estudo. Desta forma,
o estudante
pode ultrapassar o tradicional papel de reprodutor do conhecimento para assumir
o papel de investigador em primeira-mão, absorvendo paulatinamente o papel de
agentes de mudança, com impacto no mundo que os rodeia.
Com o objetivo de atender a inclusão de todos os alunos, nosso Colégio oferta o atendimento especializado em contra turno nas salas de recursos multifuncionais, bem como a SR AH/SD para aos alunos com desempenho e habilidades acima da média, com o objetivo de melhorar ainda mais a qualidade da educação.
Dentro da proposta de trabalho, buscamos oportunizar o modelo de enriquecimento curricular de Rensuli, que possibilita ao aluno três tipos de adaptações, bem como, orientação do MEC, nos cadernos do programa Escola Viva.
¹ Renzulli (2004) sugere, em seu modelo de ensino, a utilização das “portas giratórias”, que consiste
nas diversas portas de entrada que o aluno usufrui para frequentar o programa de atendimento às
suas necessidades educacionais. Sua entrada no programa pode ocorrer por meio da indicação da
escola, da família, amigos ou até mesmo sua auto-indicação. A partir das portas giratórias, os alunos
superdotados vão formando o que Renzulli definiu como “pool de talentos”, que consiste em uma
faixa de 15% a 20% da população de alunos que poderão ficar ou não no programa. O que irá
estabelecer sua presença no programa é a qualidade de suas produções e o interesse na realização
de suas atividades e projetos científicos. O programa de atendimento ao sujeito superdotado vem
adaptando essas práticas, expandindo as possibilidades em que a qualidade e o interesse na
realização de projetos de pesquisa ou produções se tornarão os elementos determinantes no
processo de avaliação de cada sujeito superdotado envolvido nesse programa (RENZULLI, 2004).
Modelo de Enriquecimento Escolar
Enriquecimento do Tipo I - Este
tipo de Enriquecimento se inicia na sala de aula regular e implica em atividades
destinadas a todos os alunos da escola. Esta abordagem tem três importantes
objetivos:
(1) Dar oportunidade a todos os alunos de participar de alguma experiência de enriquecimento curricular que seja de seu real interesse, expondo os alunos a
uma ampla variedade de procedimentos, tais como palestrantes convidados, excursões,
demonstrações, desenvolvimento de centros de interesse e uso de diferentes e
variados materiais
audiovisuais; (2) enriquecer a vida dos alunos através de experiências que usualmente não fazem parte do currículo da
escola regular; e (3) estimular novos interesses que possam levar o aluno a
aprofundá-los em atividades criativas e produtivas posteriores (Tipo III). É
importante que o aluno tome conhecimento do modo como determinadas áreas são
desenvolvidas, exploradas ou pesquisadas na vida real, o grau de envolvimento que
se demanda do profissional no campo, as questões, problemas e particularidades
da área etc. Algumas das vantagens desta abordagem são: (a) Permitir que os
alunos se engajem em níveis mais avançados de interesse em tópicos ou áreas de
estudo que podem ser usados para atividades que envolvam maior criatividade, investigação e pesquisa; (b) Permitir a
participação de pais, professores, professores-itinerantes, diretores e mesmo
outros alunos de outras salas ou séries nestas atividades; (c) Diminuir a noção
de elitismo que se agrega aos programas especiais para alunos com altas habilidades por meio da aplicação de certas atividades para todos os alunos, e não só para aqueles identificados como superdotados; (c) Possibilita-se a maior integração entre o programa regular e o programa de enriquecimento, com a participação de toda a Equipe de Enriquecimento; e como resultado, a escola se torna potencialmente um lugar inclusivo e mais estimulante e para todos.
Leia o documento na integra, click aqui.
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